segunda-feira, 22 de março de 2010

PRANTOS DERRAMADOS PELO AMOR

Prantos Derramados Pelo Amor...

Num recanto te percebo ora tristonho
Deixando paixões te corromperem a vida
Sabendo que o viver a vida é um sonho
Ao que a eficiência leva a ser vivida.

Adormecido entre os rosais distintos
Conduta que pressinto ao coração serenado
Sombrios, loucos, doentes e famintos;
Amantes num amor lascivo e apaixonado.

A musa, que atenua aos atos libidinosos,
Acorrenta o sentimento, presa faz do seu amado
Sente nostálgico aos momentos impiedosos.

Recanto que ora vê-se adormecido e sonhado
Sonhador que desfalece aos desejos afetuosos
À deusa, por amáveis e suaves prantos derramados.

Barrinha 22; 42 22 de março de 2010


  


domingo, 21 de março de 2010

Cuida de Mim.

Cuida de Mim.

Ainda se parecendo ingênuo quando não o sou,
Peço-te a fineza minha flor não me venha deixar
Cego não caminha e o sou por teu amor
A paixão transforma um ser ao coração disciplinar!

Sinto no meu canto um desvestido acobertado,
Cigano que mãos não lêem da visão se lhe faltou;
Se tuas vista hoje enxerga mais minha fada;
Do meu o que tinha meu amor lhe entregou!

Se um garoto lhe parece este que te ama,
Não maltrates este coração, muito de ti espera;
O homem e másculo ao levar a sua dama.

Sonhador me faz em senti-la deleitar,
Amada que ti sinto, sonhada que me inflama;
Venha deitar, cuida de mim em nossa cama.

Barrinha, 21 de março de 2010 - 13; 31




sábado, 20 de março de 2010

Por Uma Lágrima Derramada

Por Uma Lágrima Derramada!

Ainda que ousado e melancólico procedesse,
A lágrima que escorre quando adeus é dado;
Se quisesse ver e impedido não percebesse
Pela lagrima a caminhos diferentes tomado.

Mas a vida que nos domina por empecilhos
Martiriza-nos a alma que sofrer o corpo vai
Sem notar o choro turvara dos olhos o brilho
Provocando na dor quando a lágrima se cai.

Veneno do sentimento, ilusão da despedida;
Juras que procedo eu nunca mais te quero;
Sábio coração sente pelo aumento das batidas.

Os momentos seguem e seguimos nesta estrada
Em que a vaidade cega não nos deixa retornar;
Vida deixa de ser vivida na lagrima derramada!

Barrinha; 20 de março de 2010 -20; 46
ENCANTOS DA MULHER MADURA...


Dos encantos extravagantes que domina,
Aos risos belos, cabelos penteados zelosa,
Embora madura com brilhantismo de menina,
Do corpo esbelto aos olhos premias garbosa.

Apta aos bons momentos satisfazer-se Mulher!
Quanto aos problemas que a sorrir o resolve,
Levando aos prazeres da vida a delicia requer,
Para o homem do teu encantamento o comove!

Madura, mulheril expressão de amorosa atuar,
No seu amor triunfante de glórias conseguem;
Paixão dos amantes sonhos, os vindo a realizar.

Vendo você já ao charme, grisalhos os cabelos!
Conseqüência amorosa, conquistas ao seduzir,
Sedução do amor na construção do seu castelo.

Barrinha, 04 de janeiro de 2010 – 01; 10

antonioisbruno@hotmail.com
antonioisraelbruno@gmail.com

Ao Drogado; Só JESUS.

Ao cheiro insuportável do fumo e bebida,
No exalado perfume, nutre fatídica mistura,
Composição amarga e impura percebida,
No habilitar já morredouro de tua figura.

Ainda que se afaste de mim, me enoja o odor;
Buscando ao vício a tua miséria é comprazer;
Vicio te consome a quem não o tem é dissabor;
Se atenção lhe é dada por educação a teu viver.

E a droga que acompanhando ao insuportável,
Declina-te sem piedade e sem aos teus pensar;
Ida sem volta, penoso, compadecido irretratável!

Crente de que haja na ida caminhar se te conduz,
De um sofrimento moral a angustia se faz presente;
Seja ao onipotente gloriado te carregando na cruz!

Barrinha; 04 de janeiro de 2010 - 17; 00

antonioisbruno@hotmail.com
antonioisraelbruno@gmail.com
Conhecedor de Lamentos

É real o balcão de um bar conhecedor
As dores, sofrimentos e aos queixumes
Saudade da casa do convívio a linda flor,
Quando nas lamentações os teus ciúmes.

Quanto triste é ouvir do peito ferido
Das mágoas após tragos desorganizados.
Ferida que não cicatriza, é caso perdido
Mas o amor tonifica a dor ao amargurado.

E rompe nas pedras frias do balcão amigo
As lágrimas secam na guarnição exposta.
Balcão, que sem culpa é vitima de perigo.

Sentindo aos golpes cruéis que lastimoso,
Ainda na pedra que apóia ao corpo pesaroso
Aos rancores de ébrio, um ódio lamentoso.

Barrinha 04 de janeiro de 2010 – 20; 45

antonioisbruno@hotmail.com
antonioisraelbruno@gmail.com
Índole Ferina

Ainda há quem negue solidário a tenda,
Pois há quem das juras se impressione!
Nas garras do impossível que se prenda,
Embora haja crueldades que emocione.

É mordaz quem na vida se amargura!
Pobretão que ganha o pão sem trabalhar,
Faz dos amigos e irmãos simples gravura
Subindo pelas costas busca o primeiro lugar.

Finalmente, das dificuldades todas se negue.
Corre atrás do impossível misto de Pierrô!
Palhaço faz-se para que plebe o carregue.

Impressionando a todos com sua falcatrua,
Pobre e desumano ainda que inteligente seja,
Aos outros não interessa, vale a situação tua!

Barrinha, 05 de janeiro de 2010 -20; 00