sábado, 10 de abril de 2010

MUSA

Musa.

Mulher a te sonhar, me sendo a musa,
Que ao amor incluso Érato me apoiar
Não te sendo abuso meu apaixonar,
Sentindo-te amar ainda se excluso!

Diva a me inspirar, noto-a sem abuso,
Cobre-te tua blusa apaixonado sonhar!
Se me escuso crendo em me perdoar,
O peito a cismar faz-me ainda confuso!

Inflama ao olhar os teus seios na blusa,
Em que conduza se puro em te abrigar;
Seios duros apontar, da deusa a musa!

E deste apaixonar escravo se me acusa,
Crente se me escuso tu hás de perdoar,
Pecadora a ti tornar, sofro ao ser intruso!

Barrinha,10 de abril de 2010 – 12;31










sexta-feira, 9 de abril de 2010

BEIJOS E ABRAÇOS ENVIADOS

BEIJOS E ABRAÇOS ENVIADOS.

Dos beijos que me foram enviados,
Na ilusão, imaginária furtou sabor,
Dos abraços sempre que renovados
Dor nos sobra ao faltar-nos calor.

Meditando o despedir entre loucuras
Dos beijos que inerte os acolho,
Na câmara afeto sentir os meus olhos,
Quando acolhem meus olhos ternura!

E desbravando sentido, neste meu peito
A mágoa desfeito soluçar me faz,
Envio, sinto incapaz; meu respeito!

Que digam se tenaz ser meu defeito.
Houve não há perfeito, e sim audaz;
Meus beijos e abraços mais estreitam!

Barrinha, 07 de abril de 2010 – 16; 00

RADIO SOL

Rádio Sol

Rádio sol junto aos poetas entrelaça,
Que repassas mensagens de profetas
Tornando praças, nossos corações festas,
Tornas concretas quando declamas realças.

Belas sãs as mensagens que tu passas,
Velando descalça os idos espera dileto;
Da massa fazendo, aos ouvintes prediletas!
Das canções ofertas, corações em graças!

Homenagem presta e no bolero abraças
Ilusão perpassa quando ao amor desperta
Ainda se incerta não conjura se for falsa.

Experiente converte, a alma desembaraça,
Jubiloso ultrapassa e pensamento acerta;
Meio a poemas e poetas Radio sol esbagaça!

Barrinha, 09 de abril de 2010 – 00,05
ANTONIO ISRAEL BRUNO
antonioisraelbruno@gmail.com







terça-feira, 6 de abril de 2010

MULHER POR SUA ESSÊNCIA

Mulher Por Sua Essência

Mulher na tua ausência, pela extrema Carência
Sentindo, os meus olhos te buscam ao infinito,
Inconsciência, desfalecido e acordar aos gritos
Clemência ao delito!Se minha alma a opulência!

Procuro em minha amada e sem ter experiência;
Meus sonhos produzem palavras que emito;
Se confuso, já nem mesmo em mim acredito
Quando a razão me é dada à voz da consciência!

Noto que inspiro pela amada e a eloqüência,
Ou de minha paciência seja tu o meu perito;
Se houver conflito que não culpe a fluência!

Se há no amor emoções, também prudência,
Martiriza a paciência ao pobre, que se aflito;
Redutor da dor, caminhante pela independência!

........Barrinha, 05 de abril de 2010 -17;20........
Antonio Israel Bruno (antonioisraelbruno@gmail.com)

QUANDO MEUS AIS SUSPIRAM POR TI

QUANDO MEUS AIS SUSPIRAM POR TI.

Quando meus ais suspiram por ti e teus,
No palco que meu coração é o palhaço
Na leveza que se põe aos braços meus
Sombra é de amar-te meu fracasso!

Ao peito que tanto aperto aos meus abraços
Na ambição de junto estarmos meu amor!
Se em suspiros que os meus ais sofrem, por traços    
Melancolia que me fere, sofrimento me transpor.

Desta beleza que se conforta o meu desejo,
Mulher que a este coração maculando a sensação
De trazer-te aos beijos, nossos amorosos ensejos.

E desta voz que ecoa aos céus clamando a ti,
Tenor que me prezo, ao mundo fazendo ouvir
Que por beijos, nosso desejo viera nos unir.

Barrinha 17 de janeiro de 2010 -  01;00

Contato
antonioisraelbruno@gmail.
antonioisraelbruno@hotmail.com

sábado, 3 de abril de 2010

O CÃNTICO DE VERÔNICA




O CÃNTICO DE VERÔNICA

Quando prestara amor na hora do sofrimento maior
Ao seu lado na horrível caminhada reza à crônica
Caminhada difícil, o mundo nas costas no rosto o suor
A enxugar-lhe as faces com santo véu, a Verônica.

Tratamento prestado com carinho, rumo ao calvário
Sem negar esforço com o véu às faces lhe enxugara
No véu sua imagem de sangue o suor transportara
Cantara a Cristo a mostrar sua imagem o santo sudário

Retirado do rosto a sua superfície;
Colossal, sagrada angústia e sem mancha a estampa,
Com carinho mantendo apresentando sua efígie.

Um canto triste quebra o silencio após findar procissão,
O mesmo ocorrera ao corpo de Cristo quando crucificado;
Ao cântico em hebraico abrindo a efígie suas mãos!

Barrinha 02 de abril de 2010

sexta-feira, 2 de abril de 2010

POR ONDE IR

POR ONDE IR

Por aonde ir minha querida, por aonde irdes
Teus passos trilhando, seguindo te vou,
Talvez nem me notes, quem a sentirdes notou,
Coração que sofre, olhos nota tomou; a rirdes!

E cá impaciente ao campanário os ouvidos escutou,
Sigo-te em silencio sem a despertar e não sentirdes.
Não será meu prazer o martírio, teu, caso ouvirdes;
Alucinações, sentimentos te venha carpirdes, calou!

Quer seja por aonde ir, irá também o coração humilde
Mergulhado as dores no dilema de como o despedaçou,
Envaidecido ao silencio que sofredor, sempre coincide!

Meu prazer, ser por ti notado, a notá-la sempre estou!
Um amor doentio ao ponto extremo chegou, ao cabide
Da morte, por onde fordes estará este ser e este amor!

Barrinha 02 de abril de 2010  - 13;10