terça-feira, 6 de abril de 2010

MULHER POR SUA ESSÊNCIA

Mulher Por Sua Essência

Mulher na tua ausência, pela extrema Carência
Sentindo, os meus olhos te buscam ao infinito,
Inconsciência, desfalecido e acordar aos gritos
Clemência ao delito!Se minha alma a opulência!

Procuro em minha amada e sem ter experiência;
Meus sonhos produzem palavras que emito;
Se confuso, já nem mesmo em mim acredito
Quando a razão me é dada à voz da consciência!

Noto que inspiro pela amada e a eloqüência,
Ou de minha paciência seja tu o meu perito;
Se houver conflito que não culpe a fluência!

Se há no amor emoções, também prudência,
Martiriza a paciência ao pobre, que se aflito;
Redutor da dor, caminhante pela independência!

........Barrinha, 05 de abril de 2010 -17;20........
Antonio Israel Bruno (antonioisraelbruno@gmail.com)

QUANDO MEUS AIS SUSPIRAM POR TI

QUANDO MEUS AIS SUSPIRAM POR TI.

Quando meus ais suspiram por ti e teus,
No palco que meu coração é o palhaço
Na leveza que se põe aos braços meus
Sombra é de amar-te meu fracasso!

Ao peito que tanto aperto aos meus abraços
Na ambição de junto estarmos meu amor!
Se em suspiros que os meus ais sofrem, por traços    
Melancolia que me fere, sofrimento me transpor.

Desta beleza que se conforta o meu desejo,
Mulher que a este coração maculando a sensação
De trazer-te aos beijos, nossos amorosos ensejos.

E desta voz que ecoa aos céus clamando a ti,
Tenor que me prezo, ao mundo fazendo ouvir
Que por beijos, nosso desejo viera nos unir.

Barrinha 17 de janeiro de 2010 -  01;00

Contato
antonioisraelbruno@gmail.
antonioisraelbruno@hotmail.com

sábado, 3 de abril de 2010

O CÃNTICO DE VERÔNICA




O CÃNTICO DE VERÔNICA

Quando prestara amor na hora do sofrimento maior
Ao seu lado na horrível caminhada reza à crônica
Caminhada difícil, o mundo nas costas no rosto o suor
A enxugar-lhe as faces com santo véu, a Verônica.

Tratamento prestado com carinho, rumo ao calvário
Sem negar esforço com o véu às faces lhe enxugara
No véu sua imagem de sangue o suor transportara
Cantara a Cristo a mostrar sua imagem o santo sudário

Retirado do rosto a sua superfície;
Colossal, sagrada angústia e sem mancha a estampa,
Com carinho mantendo apresentando sua efígie.

Um canto triste quebra o silencio após findar procissão,
O mesmo ocorrera ao corpo de Cristo quando crucificado;
Ao cântico em hebraico abrindo a efígie suas mãos!

Barrinha 02 de abril de 2010

sexta-feira, 2 de abril de 2010

POR ONDE IR

POR ONDE IR

Por aonde ir minha querida, por aonde irdes
Teus passos trilhando, seguindo te vou,
Talvez nem me notes, quem a sentirdes notou,
Coração que sofre, olhos nota tomou; a rirdes!

E cá impaciente ao campanário os ouvidos escutou,
Sigo-te em silencio sem a despertar e não sentirdes.
Não será meu prazer o martírio, teu, caso ouvirdes;
Alucinações, sentimentos te venha carpirdes, calou!

Quer seja por aonde ir, irá também o coração humilde
Mergulhado as dores no dilema de como o despedaçou,
Envaidecido ao silencio que sofredor, sempre coincide!

Meu prazer, ser por ti notado, a notá-la sempre estou!
Um amor doentio ao ponto extremo chegou, ao cabide
Da morte, por onde fordes estará este ser e este amor!

Barrinha 02 de abril de 2010  - 13;10

segunda-feira, 29 de março de 2010

PÉS NO CHÃO

Pés no chão.

Presunçoso e altivo na paixão que me comoves
Faz-se deusa que aos meus versos fascinantes,
Nas dores deste amor ardente se me promoves
Passos serenando em direção a braço triunfante!

Amor sendo o maior de todo o mundo, na obra
Assemelhando a dores da alma, sentir é seu dom.
Amar-te deusa, minha sede de afetos riqueza sobra,
Harmoniza sentimento extravasando vivo amor, apogeu!

Pé no chão, sentir do corpo o peso do peso o aspecto...
Aparência que abrilhanta entusiasmadamente a deusa
Dedicação em sonhos amarga à dor ausente do teu afeto.

Carência me causa quando apunhala pela saudade
Tornando nostálgico o viver, ainda que na vida seja beleza.
Pés no chão velando ansioso e terno, deusa da felicidade!

Barrinha 29 de março de 2010 – 19; 37









domingo, 28 de março de 2010

DOR DA TRAIÇÃO

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Dor da Traição

Tal qual madeira que racha soltando lascas;
É a paixão se cega, vindo ao abandono notar
Diferença apenas; uma solta e outra atracam,
Na certeza e confiante ao sentimento acertar.

O amor e seu segredo o domínio não sabemos
Indomável torna o ser quando se sente traído
Dor sabida dentre todas as pior que percebemos
Por cinco moedas num beijo, Cristo fora vendido!

 Dor da traição tal amargura muito expressado;
Sofrem ambos os sexos nada tem a disfarçar,
A saber, é o último, já sentindo um condenado.

Condenação impiedosa ao justo por um pecador;
Que por isto juiz ao céu ele nunca vai entrar;
Saber que da traição nunca vai acalmar a dor.

Barrinha, 27 de março de 2010 – 14; 15

antonioisraelbruno@gmail.com


quarta-feira, 24 de março de 2010

O PECADO NOS ATRAI O PROIBIDO NOS FASCINA



O pecado nos atrai o proibido nos fascina!

O amor que nos eleva e aos sentimentos enlouquece;
O encantamento nos atormenta em lástimas atraídas;
O pecado é horroroso, porém delicioso torna prece;
Se sofredor, porém nos concede, e nunca convencidos!

Sedução que nos consome e ato relevante se bravio,
Ao Ser sentir-se realizar entre, prazeres e loucuras.
Ainda que tudo faça encontra um interno todo vazio
Sentimento que nos fere a alma cega-nos a bravura.

Ao pecado em constante observado as obscenidades,
Cresce a cada momento parece que uma brincadeira,
Ainda que brincar é prazeroso; Proibido é ansiedade!

Deusas, beldades, olhos fascinados coroas de sangue
Amantes que fazem dos seus escravos e enfeitiçados
Pecadores matando a forme, fome matando-o exangue!

Barrinha, 24 de março de 2010 15; 20