domingo, 11 de setembro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de maio de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
PRONÚNCIAS DO MEIO AMBIENTE
Pronúncias do Meio Ambiente
Embora tornasse freqüentes, abertura de abismos
Quando fala o fanatismo; responde o meio ambiente!
Homens com dinamismo; não se imaginam serpentes;
Mas pode crer esta gente; mexera em todo organismo!
Traça segue ao modismo destorcendo a mão de Deus
Da vida que Ele nos deu; ninguém Lhe sabe agradecer
Dizem que Ele se esqueceu; Dele quem viera bendizer
Mundo vem a Lhe pertencer, semblante ter de ateus!
Desmatam; Trabalho carrega, parece ser sua a mata;
Sem firma aberta e sem nota, os caminhões trafegam!
Enorme a culpa ao patriota, o voto na urna constata!
A mão de Deus Abençoar; talvez um sopro; uma tapa;
Obriga ao homem acordar; E em sua vida a meditar
Os danos olhar; se ao mundo permitira sermos capa!
Barrinha 13 de abril de 2010 – 16; 00
Antonio Israel Bruno
terça-feira, 13 de abril de 2010
MEUS BEIJOS
Meus Beijos
Mimosa mulher que de afeto me cobre;
Ainda que pobre dê rico em teus beijos;
Amor que me sobre ao peito lhe almejo
Compreender os desejos amada e nobre!
Lindos os lugarejos, a minha alma pobre!
Ao qual me desdobre sob os teus manejos
De um rico descobre ser-lhe um relampejo;
Se feliz e aos desejos, um fiel não pelo cobre!
Se entre nossos lábios que presos aos almejos
Fonte de desejos se em ambos são sábios
Sendo o mesmo cardápio sensível, os beijos!
Paixão que o teu ser me acalenta aos desejos
Ser à sede me almeja; ao teu nobre aparecer
Deusa ao meu querer, sensação de meus beijos
Barrinha; 13 de abril de 2010 – 21; 16
Antonio Israel Bruno
SEPULTADOS SONHOS
Se sepultado sonho, quanto ao amor sufocou,
O sentimento afogou! Ilusão de um ser tristonho!
Nas dores amou!Um amor puro e enfadonho,
Ainda se risonho, a confundir sentidos estou!
Diz-me, confundido te faço? Confundido permaneço!
Nas pedras que tropeço; os calos por onde passo,
Sentir que ora mereço, sentir-te morto fracasso!
Romper aurora o espaço; notar-me louco e travesso!
A noite das trevas mergulha, afoga o amor a paixão!
E perdido na sensação; ao que me segue o entulho;
Doído se sente ao embrulho esmagando o coração!
Já não mais viver eu vivo, o meu viver não esquece;
E sempre aos sonhos regresse aos meus amigos cativo,
Se me torno um ser lascivo,o meu ser todo estremece!
Barrinha,13 de abril de 2010 -18;53
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