segunda-feira, 12 de abril de 2010

TUAS FOTOS

TUAS FOTOS

Quando as fotos belas um cenário exprime;
Embora anime aos que se encenam a elas
Se apresentada sublime, diva entre as belas;
Ao meu céu se estrela, ao meu ser oprime!

Na imagem nítida da tela, ainda se regime,
Deusa confirme bela flor ao mundo revela,
Ao covarde desanime e ao amante protela;
Ainda se escabela, belezas tais a aclimem.

Sentimento comprime minha nobre donzela,
E eis amarelo, sinta meu sentimento e afirme,
Diva embora se crime a amo me seja costela!

Desejo de tê-la, na paixão e por ti abati-me,
Por consentir-me da janela te ser a tramela
Na saudosa capela imaginando a ti unir-me!

Barrinha, 12  de abril de 2010 – 23;12

De Braços Dados...

De Braços Dados...

De braços dados, elos que se transformam
Verdadeira em amada de humana corrente,
Aos corpos confortam unindo em presente
Sonhos a mente se na realidade se tornam!

Do amor semblante as almas se apaixonam!
Os corpos amontoam, ainda se indiferentes,
Amor em transparente, elos que aprisionam,
Das almas que unidas em um só corpo sente!

Invejados que somam se fazem e freqüentes,
Anjos adolescentes que as vidas contornam
Embora se exploram, buscam-se confidentes.

Em elos as vidas sonharam sonhos atraentes,
Vivendo contentes de como se apaixonaram,
Almas se ajuntaram, num viver permanentes

Barrinha 12 de abril de 2010 – 11; 20

sábado, 10 de abril de 2010

MUSA

Musa.

Mulher a te sonhar, me sendo a musa,
Que ao amor incluso Érato me apoiar
Não te sendo abuso meu apaixonar,
Sentindo-te amar ainda se excluso!

Diva a me inspirar, noto-a sem abuso,
Cobre-te tua blusa apaixonado sonhar!
Se me escuso crendo em me perdoar,
O peito a cismar faz-me ainda confuso!

Inflama ao olhar os teus seios na blusa,
Em que conduza se puro em te abrigar;
Seios duros apontar, da deusa a musa!

E deste apaixonar escravo se me acusa,
Crente se me escuso tu hás de perdoar,
Pecadora a ti tornar, sofro ao ser intruso!

Barrinha,10 de abril de 2010 – 12;31










sexta-feira, 9 de abril de 2010

BEIJOS E ABRAÇOS ENVIADOS

BEIJOS E ABRAÇOS ENVIADOS.

Dos beijos que me foram enviados,
Na ilusão, imaginária furtou sabor,
Dos abraços sempre que renovados
Dor nos sobra ao faltar-nos calor.

Meditando o despedir entre loucuras
Dos beijos que inerte os acolho,
Na câmara afeto sentir os meus olhos,
Quando acolhem meus olhos ternura!

E desbravando sentido, neste meu peito
A mágoa desfeito soluçar me faz,
Envio, sinto incapaz; meu respeito!

Que digam se tenaz ser meu defeito.
Houve não há perfeito, e sim audaz;
Meus beijos e abraços mais estreitam!

Barrinha, 07 de abril de 2010 – 16; 00

RADIO SOL

Rádio Sol

Rádio sol junto aos poetas entrelaça,
Que repassas mensagens de profetas
Tornando praças, nossos corações festas,
Tornas concretas quando declamas realças.

Belas sãs as mensagens que tu passas,
Velando descalça os idos espera dileto;
Da massa fazendo, aos ouvintes prediletas!
Das canções ofertas, corações em graças!

Homenagem presta e no bolero abraças
Ilusão perpassa quando ao amor desperta
Ainda se incerta não conjura se for falsa.

Experiente converte, a alma desembaraça,
Jubiloso ultrapassa e pensamento acerta;
Meio a poemas e poetas Radio sol esbagaça!

Barrinha, 09 de abril de 2010 – 00,05
ANTONIO ISRAEL BRUNO
antonioisraelbruno@gmail.com







terça-feira, 6 de abril de 2010

MULHER POR SUA ESSÊNCIA

Mulher Por Sua Essência

Mulher na tua ausência, pela extrema Carência
Sentindo, os meus olhos te buscam ao infinito,
Inconsciência, desfalecido e acordar aos gritos
Clemência ao delito!Se minha alma a opulência!

Procuro em minha amada e sem ter experiência;
Meus sonhos produzem palavras que emito;
Se confuso, já nem mesmo em mim acredito
Quando a razão me é dada à voz da consciência!

Noto que inspiro pela amada e a eloqüência,
Ou de minha paciência seja tu o meu perito;
Se houver conflito que não culpe a fluência!

Se há no amor emoções, também prudência,
Martiriza a paciência ao pobre, que se aflito;
Redutor da dor, caminhante pela independência!

........Barrinha, 05 de abril de 2010 -17;20........
Antonio Israel Bruno (antonioisraelbruno@gmail.com)

QUANDO MEUS AIS SUSPIRAM POR TI

QUANDO MEUS AIS SUSPIRAM POR TI.

Quando meus ais suspiram por ti e teus,
No palco que meu coração é o palhaço
Na leveza que se põe aos braços meus
Sombra é de amar-te meu fracasso!

Ao peito que tanto aperto aos meus abraços
Na ambição de junto estarmos meu amor!
Se em suspiros que os meus ais sofrem, por traços    
Melancolia que me fere, sofrimento me transpor.

Desta beleza que se conforta o meu desejo,
Mulher que a este coração maculando a sensação
De trazer-te aos beijos, nossos amorosos ensejos.

E desta voz que ecoa aos céus clamando a ti,
Tenor que me prezo, ao mundo fazendo ouvir
Que por beijos, nosso desejo viera nos unir.

Barrinha 17 de janeiro de 2010 -  01;00

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