quarta-feira, 15 de maio de 2013
DOCE ALUCINAÇÃO...
Ao ouvir surdo, batidas na porteira da saudade
Os lamentos infortúnios e mudos do mourão;
Desdobram festa de outrora, na impiedade
Secreta do presente destaque a mera ilusão
Esteio de lástimas pobres que ao louco invade
Atrofiado é nobre e mora em hospício ou prisão.
Devaneio sentido cobre de tanta crueldade
Reflexos de outrora, espanta sentir a agressão!
O tempo passou e afeta na obscuridade
A travessia concreta do vale da escuridão...
Poeta, o sentimento ao coração a piedade!
Restaura na alma o viver de louco, coração.
Os sentimentos a paixão e a solidariedade,
Ao sonho e da saudade; doce alucinação!
Barrinha 15 de maio de 2013 – 13; 00
DOCE ALUCINAÇÃO...
Ao ouvir surdo, batidas na porteira da saudade
Os lamentos infortúnios e mudos do mourão;
Desdobram festa de outrora, na impiedade
Secreta do presente destaque a mera ilusão
Esteio de lástimas pobres que ao louco invade
Atrofiado é nobre e mora em hospício ou prisão.
Devaneio sentido cobre de tanta crueldade
Reflexos de outrora, espanta sentir a agressão!
O tempo passou e afeta na obscuridade
A travessia concreta do vale da escuridão...
Poeta, o sentimento ao coração a piedade!
Restaura na alma o viver de louco, coração.
Os sentimentos a paixão e a solidariedade,
Ao sonho e da saudade; doce alucinação!
Barrinha 15 de maio de 2013 – 13; 00
domingo, 11 de setembro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de maio de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
PRONÚNCIAS DO MEIO AMBIENTE
Pronúncias do Meio Ambiente
Embora tornasse freqüentes, abertura de abismos
Quando fala o fanatismo; responde o meio ambiente!
Homens com dinamismo; não se imaginam serpentes;
Mas pode crer esta gente; mexera em todo organismo!
Traça segue ao modismo destorcendo a mão de Deus
Da vida que Ele nos deu; ninguém Lhe sabe agradecer
Dizem que Ele se esqueceu; Dele quem viera bendizer
Mundo vem a Lhe pertencer, semblante ter de ateus!
Desmatam; Trabalho carrega, parece ser sua a mata;
Sem firma aberta e sem nota, os caminhões trafegam!
Enorme a culpa ao patriota, o voto na urna constata!
A mão de Deus Abençoar; talvez um sopro; uma tapa;
Obriga ao homem acordar; E em sua vida a meditar
Os danos olhar; se ao mundo permitira sermos capa!
Barrinha 13 de abril de 2010 – 16; 00
Antonio Israel Bruno
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